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Estado registrou queda em Solidez Fiscal e Segurança Pública mas cresceu em Infraestrutura e Sustentabilidade Ambiental | Letícia Akemi/bwin
Estado registrou queda em Solidez Fiscal e Segurança Pública mas cresceu em Infraestrutura e Sustentabilidade Ambiental| Foto: Letícia Akemi/bwin

O Paraná retrocedeu uma posição no Ranking de Competitividade 2017 e agora ocupa a terceira posição entre os estados. Com 70,8 pontos, o Paraná está atrás de São Paulo (87,8), que lidera a lista, e Santa Catarina (77,2).

O ranking, realizado pelo Centro de Liderança Pública, em parceria com a Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Group, considera 66 indicadores, distribuídos em dez pilares. No caso do Paraná, a queda mais sentida foi no quesito de solidez fiscal.

LISTA:Veja a lista completa dos estados

O ranking varia de 0 a 100, com 0 representando apenas a pior nota e 100, apenas a melhor nota. A proposta do estudo é permitir uma avaliação sobre a administração dos estados e reconhecer melhores práticas que atuam no desenvolvimento econômico e social do país.

Bons e maus resultados do PR

Em solidez fiscal, o Paraná caiu da quinta para a 12.ª colocação. O atributo avalia, entre outros aspectos, se o governo incorre em déficits e em aumento de endividamento, e, por consequência, vê cair sua capacidade para investir na ampliação e manutenção de serviços públicos.

Já o destaque positivo foi em infraestrutura, em que saltou da quinta para a segunda colocação. Este pilar considera os indicadores de qualidade das rodovias, mobilidade urbana e custos de combustíveis, mais qualidade do serviço de telecomunicações.

O Paraná registrou bons resultados também no pilar de sustentabilidade ambiental, ficando em segundo lugar no quesito, graças aos bons indicadores de tratamento de esgoto e destinação de lixo.

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Outras quedas mais perceptivas do Paraná, que contribuíram para a perda do segundo lugar para Santa Catarina, foram em segurança pública (da primeira para a quarta colocação), sustentabilidade social (do terceiro ao quinto lugar), educação (do quarto para o quinto posto) e eficiência da máquina pública (da terceira para a sexta). Houve reação positiva na área de capital humano, subindo duas colocações (da nona para a sétima posição).

O estudo

Esta é a sexta edição do ranking de competitividade. Do grupo de indicadores, 35 são comparados com dados internacionais de 34 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste ocupam a metade mais alta da tabela, ficando as unidades do Norte e Nordeste com as posições inferiores. Maranhão, Amapá e Sergipe se concentram nas últimas classificações do ranking. Já Alagoas conseguiu deixar o último lugar, pulando para o 24º posto.

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