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Ricardo Rached, a esquerda, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde prestou depoimento no começo de fevereiro (Foto: Daniel Caron/bwin)
Ricardo Rached, a esquerda, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde prestou depoimento no começo de fevereiro (Foto: Daniel Caron/bwin)| Foto:

A governadora Cida Borghetti (PP) exonerou, na quarta-feira (2), Ricardo Rached do cargo em comissão de assessor da governadoria. Rached, um dos assessores mais próximos ao ex-governador Beto Richa (PSDB) foi citado na delação de Eduardo Lopes de Souza, dono da construtora Valor, como o responsável por intermediar o recebimento de recursos desviados da construção de escolas. Os fatos estão sendo apurados no âmbito da operação Quadro Negro.

No cargo DAS-1, Rached, que foi nomeado em janeiro de 2011, recebia uma remuneração mensal bruta de R$ 13,6 mil.

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Na delação, Souza explicou a função de Rached no esquema de corrupção.

“Certa vez, perguntei se o dinheiro estava realmente sendo empregado na campanha do governador, tendo Fanini dito que sim, já que ele repassava parte do dinheiro para o Ezequias Moreira, e parte para o Luiz Abi. Às vezes o dinheiro era entregue ao Ricardo Rached, que trabalhava no Palácio Iguaçu, para então chegar até o Luiz Abi. Nesse esquema eu entreguei para o Maurício Fanini cerca de R$ 12.000.000,00 desviados das obras da Valor Construtora na Seed para serem destinados à campanha à reeleição do governador Beto Richa”.

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